“Hold on! Hold on!
Don't be scared
You'll never change what's been and gone
May your smile
Shine on
May your smile
Shine on
Don't be scared
Your destiny may keep you warm
'Cause all of the stars
'Cause all of the stars
Are fading away
Just try not to worry
You'll see them some day
Take what you need
And be on your way
And stop crying your heart out”
Desde que asssiti o “Efeito Borboleta” pela primeira vez essa música mexeu comigo. Não sei dizer bem ao certo o que eu sinto ouvindo ela, mas, hoje acho que algumas coisas começaram a se encaixar... Acho que esse post vai gerar polêmicas, ou algumas interpretações erradas, mas, dessa vez pela primeira vez vou tentar parar de ouvir a voz lá no fundo da cabeça que fica gritando “Não julga! Não condena!”
Hoje de manhã vindo pro trabalho tava lendo de novo o Livro “Mãe sempre sabe?” Da Edith Modesto, e é imprecionante aonde a burrice, estupidez e ignorância de alguém pode chegar. Todo mundo sabe que eu nunca fui muito fã de algumas atitudes dos evangêlicos, que ao meu ver, alguns, sofrem uma nova lavagem cerebral a cada culto, mas enfim. Vou reproduzir um pedaço de um depoimento de uma “mãe” que se indignou porque o seu filho é gay:

“ Eu sou evangelica e trabalho como missionaria. O maior problema da minha visa é meu unico filho. Sei desde que ele tinha 11 anos, fiz de tudo, mas não consegui a graça...Tenho muita vergonha da minha familia. Meu filho é endemoniado, doente e e já está condenado ao inferno. Estou muito frustrada, depois de todo o trabalho, amor e cuidado...Quero que ele morra de cancer no ânus para pagar atraves do sofrimento que é o unico modo dele ser perdodado”
Agora me fala, estou errado em pensar isso? Que é uma nova lavagem a cada culto? Não entra na minha cabeça como um pai ou uma mãe que possa ser considerada “normal” tem coragem de desejar uma coisa dessas pro filho, no mínimo quem falar isso, não sabe de verdade o quão terrível é um câncer seja lá aonde for.
Desde que asssiti o “Efeito Borboleta” pela primeira vez essa música mexeu comigo. Não sei dizer bem ao certo o que eu sinto ouvindo ela, mas, hoje acho que algumas coisas começaram a se encaixar... Acho que esse post vai gerar polêmicas, ou algumas interpretações erradas, mas, dessa vez pela primeira vez vou tentar parar de ouvir a voz lá no fundo da cabeça que fica gritando “Não julga! Não condena!”
Hoje de manhã vindo pro trabalho tava lendo de novo o Livro “Mãe sempre sabe?” Da Edith Modesto, e é imprecionante aonde a burrice, estupidez e ignorância de alguém pode chegar. Todo mundo sabe que eu nunca fui muito fã de algumas atitudes dos evangêlicos, que ao meu ver, alguns, sofrem uma nova lavagem cerebral a cada culto, mas enfim. Vou reproduzir um pedaço de um depoimento de uma “mãe” que se indignou porque o seu filho é gay:

“ Eu sou evangelica e trabalho como missionaria. O maior problema da minha visa é meu unico filho. Sei desde que ele tinha 11 anos, fiz de tudo, mas não consegui a graça...Tenho muita vergonha da minha familia. Meu filho é endemoniado, doente e e já está condenado ao inferno. Estou muito frustrada, depois de todo o trabalho, amor e cuidado...Quero que ele morra de cancer no ânus para pagar atraves do sofrimento que é o unico modo dele ser perdodado”
Agora me fala, estou errado em pensar isso? Que é uma nova lavagem a cada culto? Não entra na minha cabeça como um pai ou uma mãe que possa ser considerada “normal” tem coragem de desejar uma coisa dessas pro filho, no mínimo quem falar isso, não sabe de verdade o quão terrível é um câncer seja lá aonde for.
